Evento contou com a participação de mil mulheres, que percorreram as principais vias da orla da capital.

Imagem: Divulgação/IBRAF.
Com o objetivo de fomentar práticas esportivas para o seguimento feminino do Amapá, o Instituto Brasil Futuro (IBRAF), em parceria com o Governo do Estado (GEA), através da Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), realizou no dia 30 de agosto de 2024, em Macapá, a 1° Corrida de Combate ao Feminicídio.
A corrida teve como cenário e percurso as principais vias da orla da capital, incluindo o Complexo Turístico do Araxá e o estacionamento do Lugar Bonito, próximo à Fortaleza de São José de Macapá. O custo do evento foi de R$ 180 mil, oriundos do Governo do Estado.
Para os dirigentes do IBRAF, a parceria representou uma oportunidade única de fortalecimento do seguimento feminino no Amapá. O evento reuniu profissionais da saúde, gestores, atletas, estudantes e interessados no fomento de práticas esportivas e de lazer para as mulheres.
O presidente do Instituto IBRAF, João Cleiton Dias de Melo, disse que “a parceria mostrou a necessidade de fomentar a reflexão sobre questões fundamentais para o combate ao feminicídio no Amapá, como a melhoria da qualidade de vida das mulheres de Macapá e de todo o Estado”.
Cleiton Melo frisou que o evento, em si, “mostrou a valorização, a ampliação do acesso aos cuidados médicos, a prevenção com ações, e a promoção da saúde da população. Essa parceria entre o Governo, a Sedel e o Instituto IBRAF,contribuiu para a consolidação de uma rede colaborativa de profissionais e instituições comprometidos com a promoção da saúde e o bem-estar das mulheres”.
“Promover o esporte com caráter socioeducativo é fundamental na participação, formação e no rendimento das mulheres, tendo em vista a valorização, a promoção social e a melhoria da qualidade de vida delas”, reforçou o presidente.
A JUSTIFICATIVA
Em sua justificativa para a realização da 1° Corrida de Combate ao Feminicídio, o Instituto IBRAF pontuou que o vento “representou um marco importante para o Estado e os municípios, evidenciando o compromisso das instituições envolvidas no combate ao feminicídio, além de ser um marco de excelência dos serviços prestados à comunidade feminina.
“Através da união de esforços, e da articulação entre o setor público, a sociedade civil organizada e a comunidade de esporte, é possível fortalecer a capacidade de res- posta do sistema de prevenção, promover a inovação e aprimorar a qualidade dos cuidados oferecidos às cidadãs no Amapá”, diz o IBRAF.
A parceria buscou fomentar a visão sobre a necessidade de um segmento especifico e relevante da população amapaense, que são as mulheres que sofrem com a falta de informação, e que possuem uma realidade própria dentro da sociedade, e precisam de um olhar diferenciado e particularizado.
Por meio do projeto, o Instituto IBRAF criou um ambiente de discussão e diálogo nesse sentido.
“Uma janela de oportunidade se abriu para que o poder público iniciasse uma mudança significativa na abordagem de suas politicas para o bem-estar da mulher, atendendo, efetivamente, os anseios da população”, argumentou o presidente Cleiton Melo.
Fonte: Comunicação/IBRAF.